
Dr. Paulo Tudech Salgueiro
CRM-SP 84.484
Reprodução Humana
Especialidade médica
Quando a gravidez não acontece no tempo esperado, uma avaliação especializada pode ajudar a investigar fatores associados à fertilidade e orientar os próximos passos conforme seu histórico, sua saúde e seus objetivos reprodutivos.
Atendimento presencial em São Paulo e orientações sobre teleconsulta para pacientes de outras cidades, estados e países.

A Clínica Medicina da Mulher oferece avaliação individualizada para pacientes e casais com dúvidas sobre fertilidade, dificuldade para engravidar, diagnóstico de endometriose, fatores ginecológicos ou necessidade de orientação em reprodução humana.
A avaliação busca compreender o momento de cada pessoa ou casal antes de discutir exames, acompanhamento ou possibilidades de tratamento.

CRM-SP 84.484
Reprodução Humana
A infertilidade é uma condição em que a gravidez não acontece após um período de tentativas sem uso de métodos contraceptivos. A investigação pode considerar fatores femininos, masculinos, combinados ou situações em que não há uma causa identificada inicialmente.
Infertilidade não é uma falha individual. É uma condição de saúde que pode envolver diferentes fatores e precisa ser avaliada de forma cuidadosa, inclusiva e individualizada.
Esta explicação é informativa e não substitui uma avaliação médica individualizada.
Em geral, a investigação pode ser indicada após 12 meses de tentativas sem contracepção em pacientes abaixo de 35 anos e após 6 meses a partir dos 35 anos. Em algumas situações, como condições já conhecidas que podem afetar a fertilidade, a avaliação pode ser recomendada antes.
O momento adequado para investigar depende do histórico, da idade e de outros fatores clínicos. A orientação deve ser individualizada.
A fertilidade pode ser influenciada por mais de um fator. A investigação deve observar o contexto de cada paciente ou casal sem atribuir responsabilidade a uma única pessoa.
Idade, reserva ovariana, ovulação, alterações hormonais, endometriose e condições das tubas uterinas ou do útero podem ser considerados conforme o histórico.
O histórico de saúde e aspectos relacionados à fertilidade masculina também podem fazer parte da avaliação, com encaminhamento quando necessário.
Mais de um fator pode estar presente. Em outros casos, a causa não é identificada inicialmente, e os próximos passos dependem do conjunto de informações clínicas.
Tempo de tentativa, gestações anteriores, tratamentos e perdas gestacionais podem ajudar a orientar a investigação.
Condições de saúde, cirurgias e tratamentos anteriores devem ser avaliados no contexto de cada pessoa.
Alguns hábitos e fatores de saúde podem ser abordados de forma individualizada, sem julgamentos e sem recomendações genéricas.
A avaliação começa pela compreensão do histórico reprodutivo, clínico e familiar. Exames anteriores, sintomas, ciclos menstruais, tentativas de gestação e objetivos do paciente ou casal ajudam a orientar a investigação.
Escuta do histórico, tempo de tentativa, condições de saúde, exames prévios e objetivos reprodutivos.
Revisão ou solicitação de exames e avaliações complementares quando necessários. Nenhum exame é obrigatório para todas as pessoas.
Definição de próximos passos conforme os achados, o contexto clínico e os objetivos de cada paciente ou casal.
O plano depende dos fatores identificados, da idade, do tempo de tentativa, do histórico clínico e dos objetivos reprodutivos. Nem todas as pessoas precisam do mesmo tipo de acompanhamento ou tratamento, e fertilização in vitro não é uma etapa automática.
O cuidado pode começar pela organização das informações clínicas, orientação de ciclo e acompanhamento individualizado.
Pode ser discutido quando existe indicação, considerando riscos, benefícios e objetivos reprodutivos.
Em situações selecionadas, a avaliação pode envolver cirurgia ginecológica ou cirurgia robótica.
Pode ser considerada em casos selecionados após investigação e discussão individualizada.
A FIV é uma possibilidade para alguns contextos clínicos, mas não é indicada automaticamente para todas as pessoas.
Encaminhamentos para outras especialidades podem contribuir quando há fatores ginecológicos, masculinos, genéticos, hormonais ou nutricionais.
A endometriose pode estar associada a dificuldade para engravidar em algumas pacientes, mas cada caso deve ser avaliado individualmente. A estratégia pode considerar sintomas, localização da doença, idade, reserva ovariana, desejo de gestação e tratamentos anteriores.
A investigação pode integrar a especialidade de endometriose, o mapeamento da endometriose e, quando indicado, avaliação cirúrgica.
A consulta considera suas dúvidas, tentativas, sintomas, histórico clínico e objetivos.
Exames anteriores e outros documentos podem ser revisados para orientar a investigação.
As possibilidades de acompanhamento são discutidas conforme a avaliação individualizada.
A Clínica Medicina da Mulher atende presencialmente em São Paulo e oferece orientações sobre teleconsulta para pacientes de outras cidades, estados e países, conforme a necessidade de cada caso e as regras aplicáveis ao atendimento médico.
Saiba mais sobre o atendimento à distância ou conheça o corpo clínico.
Conforme a necessidade, o cuidado pode integrar diferentes áreas da saúde.
A ginecologia e obstetrícia pode contribuir na avaliação de ciclos, sintomas e histórico ginecológico.
A especialidade de endometriose participa quando há diagnóstico, suspeita ou sintomas relacionados.
Em alguns contextos, o aconselhamento genético pode ser discutido.
A endocrinologia pode ser envolvida quando fatores metabólicos ou hormonais precisam de cuidado integrado.
A nutrição pode apoiar a saúde geral conforme o plano individual.
Exames e tratamentos anteriores podem ser revisados em uma nova avaliação, sem compromisso com a continuidade de uma conduta específica.
Infertilidade é a condição em que a gravidez não acontece após um período de tentativas sem contracepção. Ela pode envolver fatores femininos, masculinos, combinados ou causas não identificadas inicialmente. O tempo considerado na avaliação varia conforme idade, histórico e condições de saúde.
Em geral, pode-se considerar avaliação após 12 meses de tentativas abaixo dos 35 anos e após 6 meses a partir dos 35. Endometriose, alterações menstruais, cirurgias anteriores ou fatores já conhecidos podem indicar uma consulta mais cedo. O momento ideal deve ser individualizado.
Sim. A investigação pode considerar fatores femininos, masculinos ou combinados. Em alguns casos, uma causa não é identificada de imediato. Por isso, a avaliação deve observar a saúde e o histórico das pessoas envolvidas, sem atribuir culpa ou responsabilidade individual.
Não. A fertilização in vitro é uma das possibilidades, mas não é indicada automaticamente. O cuidado pode envolver orientação, acompanhamento, tratamento clínico, cirurgia em casos selecionados, inseminação ou outras condutas. A escolha depende da investigação e dos objetivos reprodutivos.
Os exames dependem do histórico, dos sintomas, do tempo de tentativa e de avaliações anteriores. Podem ser discutidas análises laboratoriais, exames de imagem ou avaliações complementares, mas nenhuma lista é obrigatória para todas as pessoas. A solicitação deve ser direcionada.
A endometriose pode estar associada à dificuldade para engravidar em algumas pacientes, mas nem todas terão infertilidade. A avaliação pode considerar idade, sintomas, reserva ovariana, extensão da doença, tratamentos anteriores e desejo de gestação.
Sim. Uma segunda opinião pode ajudar a revisar o histórico, exames, diagnósticos e tratamentos já propostos. Leve os documentos disponíveis para que o especialista compreenda o caminho percorrido e discuta possibilidades de forma independente e individualizada.
A teleconsulta pode ser uma opção para organizar o histórico, revisar exames anteriores e orientar os próximos passos, conforme as regras aplicáveis. Exames físicos, coletas ou procedimentos podem exigir atendimento presencial.
Separe laudos, imagens, resultados laboratoriais, relatórios de cirurgias ou tratamentos e uma lista dos medicamentos em uso. Caso não tenha todos os documentos, a consulta ainda pode acontecer. A equipe orientará o que será útil para os próximos passos.
Não. O plano depende dos fatores identificados, da idade, do tempo de tentativa, do histórico de saúde e dos objetivos de construção familiar. As possibilidades devem ser explicadas com clareza, sem promessa de resultado e respeitando as preferências das pessoas envolvidas.
Sim. A Clínica Medicina da Mulher oferece orientações sobre teleconsulta para pacientes de outras cidades, estados e países. A equipe pode informar como funciona o envio de documentos e quando uma etapa presencial pode ser necessária.
O agendamento pode ser iniciado pelo WhatsApp da clínica. Informe que deseja uma avaliação de fertilidade, uma segunda opinião ou orientações sobre teleconsulta. Não é necessário enviar informações médicas detalhadas antes da consulta.
Uma consulta especializada pode ajudar a organizar informações sobre seu histórico, exames anteriores e objetivos reprodutivos, orientando os próximos passos de forma individualizada.